O Cruzeiro soube como resistir à pressão dos argentinos, em todas as suas variantes, campo, torcida contra, frio de 3ºC, fumaça, gripe suína, erros de arbitragem, talento de Verón, pancadaria deles e tudo o mais. O primeiro tempo foi de abafa, com os argentinos jogando pelas pontas e imprensando o time brasileiro em seu campo. A raposa apelou até para chutões e a marcação, comandada por Henrique e Marquinhos Paraná soube neutralizar o desentrosamento de Anderson com a zaga. Fábio, ainda na primeira etapa, garantia o zero no placar com defesas importantes, que dariam a ele a condição de melhor em campo. Adilson não mexeu no intervalo, manteve o time e soube explorar a má forma dos argentinos. O Cruzeiro, então, começou a explorar o contra ataque, aproveitando a superioridade no meio e as arrancadas dos volantes e de Gérson Magrão e Jonathan pelos lados. Com 30 minutos, Fabinho entrou descansado e o time celeste perdeu duas chances, uma na pequena área, com Kleber errando o canto vazio e outra, com Wellington Paulista. Faltou o gol, a vantagem para o jogo do dia 15, no Mineirão. Cenário de festa nas arquibancadas e muita concentração do time. Vale o tri, vale o passaporte para o mundial interclubes da FIFA, em Dubai. O Cruzeiro está a 90 minutos, espero, sem prorrogação, de alcançar o título da 50ª Copa Libertadores. Até lá.
Adilson Batista soube como montar a resistência celeste na Argentina.
Fábio, o nome do jogo, garantiu o 0x0 com defesas fundamentais.
Kléber enfrentou com bravura a pancadaria de Los Pinchas.
O Tupi preparou-se bem para estrear com vitória e largar bem na sua trajetória para subir da série D para a C, do Campeonato Brasileiro. A atuação do time contra o Madureira, apesar do 0x0, decepcionante, foi convincente, segundo a cobertura da Rádio Globo AM 910/JF e amigos, integrantes da Tribo Carijó, que assistiram ao jogo. Inúmeras chances de gols foram criadas e a equipe esbarrou na péssima qualidade do gramado e das condições gerais do estádio de Moça Bonita, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, local inadequado para uma equipe de futebol profissional escolher mandar suas partidas. Ficou um saldo positivo do comportamento e da atitude do time, faltando apenas Leonardo Condé cobrar de seus jogadores para corrigirem alguns detalhes de posicionamento e aproximação com o ataque e caprichar nas finalizações. Como o Paulista começou vencendo o Friburguense por 1x0 e partiu na liderança do grupo A6, será preciso uma vitória contra o mesmo galo paulista para ficar bem na tabela. Encontro marcado com a galera e com o Helenão, no próximo sábado, 4 da tarde.
Começa hoje em La Plata, Argentina, a decisão do título da 50ª edição da Copa Libertadores da América. Estudiantes e Cruzeiro, que na primeira fase ficaram no mesmo grupo, chegam, com justiça, ao confronto final, com excelente retrospecto, salvo as derrotas um para o outro. A raposa busca o tri na competição, tenta um bom resultado e vantagem para o jogo de volta no Mineirão e busca superar fatores extra campo, como o surto de gripe suína em território argentino. Apoiado pela diretoria e seu esquema de logística, Adilson Batista comandou treinos secretos em Goiânia e definiu o time para superar os desfalques na zaga e conter o ímpeto do adversário nas bolas paradas e na atuação decisiva de Verón, La Bruxita e maestro do time portenho. A torcida celeste espera ver seu time eficiente, frio, como no Morumbi e no Olímpico, jogando para decidir. Kléber e Ramires serão os personagens decisivos desse duelo, que será emocionante, em função do excelente retrospecto do Estudiantes, jogando em seu estádio.
Verón x Kléber duelam para ganhar a Libertadores 2009.
Foi sofrido, dramático. Por alguns momentos os americanos sentiram thetaste of the cup, depois de fazerem 2x0, em falhas de marcação dignas de peladeiros. Dunga conferenciou com Jorginho, arrumaram a cobertura e o Brasil voltou para o segundo tempo, sem mudanças, mas ligado no jogo e com 40 s, Luiz Fabiano arrancou, girou e guardou no canto, o precioso 1x2. Dunga mexeu, arrumou o lado esquerdo e o meio, mais pressão, erros de arbitragem, um gol tungado pelo bandeira e o empate veio, na cabeça do fabuloso. Mais pressão. Veio a virada, outra cabeçada, o Brasil inteiro subiu com o capitão Lúcio e decretou o 3x2, heróico e definitivo. Fim de jogo. Choro geral, emoção à vontade, derrota yankee, homenagens, premiações, danças e orações. O Brasil buscou o tri com um show de virada, para retribuir a amabilidade e a torcida dos sul africanos. Que o Brasil, saiba administrar os meses que faltam para a Copa 2010, sem dar bola para o enganoso favoritismo natural que brotará dessa conquista. Já temos time e grupo, e, se estrelismos e vaidades forem contidos e a preparação for adequada, seremos candidatos ao hexa
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Luiz Fabiano empata o jogo e o Brasil começa a virada do tri.
O Brasil sobe com o capitão Lúcio para testar o 3x2, a virada e o tri.
O Brasil comemora a virada e o tri, rezando e dançando com os africanos.
Chuteira de Ouro e Bola de Prata para o fabuloso e Bola de Ouro para Kaká.
O tri da Copa das Confederações South Africa 2009 é do Brasil.
Imagens: Portais Globoesporte.com, UOL Esporte e Lancenet.
As zebras africanas rondaram as semifinais da Copa das Confederações. Primeiro, alijaram da final a favorita Espanha, invicta, que perdeu para os EUA de 2x0. O jogo de Bloemfontein foi o tempo todo de ataque espanhol buscando a vitória. Em dois contra ataques, o american team resolveu o jogo em conclusões de Altidore e Dempsey. Destaque da partida, o goleiro americano, Howard, garantiu a vitória e a vaga na decisão. Hoje, Brasil e África do Sul disputaram a outra vaga de finalista e foi muito sofrida a vitória brasileira, com um gol de falta de Daniel Alves aos 42 do segundo tempo, quando todos aguardavam prorrogação e penalidades. Desta feita, não foi tão evidente o favoritismo do Brasil A prancheta de Joel concebeu um time fechado, recuado, só atacando esporadicamente e na boa. E o Brasil, embolou e fechou o jogo pelo meio, pecando no último passe e nas finalizações. Dunga demorou a mexer e quando Daniel Alves entrou, foi para desafogar o time em uma falta salvadora, de curva, na gaveta. Festa brasileira e decepção dos bafanas-bafanas e sua estridente torcida. Domingo, 15.30, Brasil x Estados Unidos fazem a final da competição, inédita para o pais de Obama e valendo o tri para a seledunga. Pouco antes, em Rustemburg, El Toro e os donos da casa decidirão o broxante e desnecessário terceiro lugar. Resta ao Brasil reencontrar o contra ataque e a velocidade, para tentar envolver os americanos, como na primeira fase, de preferência, com jogo sério e respeito ao adversário.
Banco dos americanos comemora vaga na final.
Daniel Alves cobra falta na gaveta e coloca o Brasil na decisão.
Joel e seus bafanas visitam Mandela e disputam o terceiro lugar.
Fim de primeira fase na Copa das Confederações e definidas as seleções semifinalistas, No grupo A, nada de surpresas, com Espanha e África do Sul classificadas e no grupo B, junto com o Brasil, o time americano, que soube explorar bem o regulamento, vencer bem o Egito por 3x0 e contar com a ajuda italiana que deu vexame contra o Brasil e decolou de volta pra casa. Na quarta, Espanha x EUA e na quinta, Brasil x África do Sul decidem quem chegará para a disputa da grande final. Fala-se muito em um confronto entre brasileiros e espanhóis, mas, primeiro é preciso conquistar a vaga em campo. É temerário falar antes do tempo, como fez Buffon, goleiro italiano, que rotulou o futebol brasileiro de futebol champagne, festivo, sem objetividade e levou um sacode de 3x0. Primeiro, os bafanas, depois, que venga El Toro!!
Duas rodadas cumpridas na primeira fase da Copa das Confederações e todas as honras para o grupo B, de Brasil e Egito, que conseguiram as vitórias mais importantes e as melhores exibições. Ramires e Maicon foram os destaques da vitória de 3x1 do Brasil sobre os americanos e o goleiro egípcio, El Hadary, teve uma atuação impecável comandando o épico triunfo de sua seleção sobre a Itália, previsível e sem graça, que precisará ganhar bem do Brasil para garantir o primeiro lugar do grupo, evitando o confronto de semifinal contra a Espanha. No grupo A, La Fúriajá conseguiu 6 pontos, vaga na semifinal, sobra de saldo de gols e nem precisou de muito esforço para o 1x0 contra o Iraque. Os bafanas de Joel trombetearam suas vuvuzelas e deram de 2x0 na New Zeland, saco geral de pancadas, Devem disputar a segunda vaga com o Iraque para depois encarar o Brasil nas semi. Melhores momentos da rodada, sem medo de eleger. A arrancada de Ramires, no segundo gol do Brasil e os minutos finais da resistência egípcia contra a Itália. Estou DE PÉ até agora, talvez, para sempre.
Fim de primeira rodada da Copa das Confederações destaque para as vitórias previsíveis de Brasil, Itália e Espanha, cada uma delas com características diferentes. Apenas a Fúria ganhou fácil, de 5x0 da Nova Zelândia. A Itália com seu joguinho sem graça, recuado e marcado, só jogou no segundo tempo e virou sobre os americanos de 3x1. O Brasil, com 3x1 sobre o Egito, começou a rebolar e dar show de toque de bola e em menos de 2 min. cedeu o empate de 3x3. Aí, Dunga levantou do banco, conferenciou com Jorginho e fez suas mexidas, acertadas, colocando Ramires, Pato e André Santos em lugar de Elano, Robinho. e Kleber. A seleção partiu para conseguir a vitória, mas, o Egito levava perigo, em função da marcação deficiente no meio campo da seleção brasileira, principalmente pelo lado esquerdo. Achamos um pênalti, aos 45, quando um zagueiro egípcio tirou com o braço uma conclusão de Lucio. Muita confusão, protestos do Egito junto a FIFA e um alivio com o 4x3. Desculpas esfarrapadas de cansaço, enfado e falta de tempo para treinar foram a tonica das coletivas pós jogo. Agora é viajar rumo a Pretória e encarar americanos e italianos, na seqüência, com um pouco mais de entusiasmo. Piores momentos da rodada, de longe, o arremedo de seleção bafana-bafana, apresentados por Joel Santana e sua prancheta e o insuportável barulho das cornetas africanas presentes na sonoplastia dos estádios.
0x0 sem graça dos bafanas de Joel.
Zidan deixou 2 gols e complicou o jogo para o Brasil.
Brasil cava penalidade salvadora aos 45. Ele deu escanteio, ouviu o 4º árbitro, e botou a bola na marca.
Kaká, 4x3 e vitória na moral.
Pretória, agora, que venham os yankes e os azzurri.
E neste domingo, 14, começa a edição 2009 da Copa das Confederações, como um trailer da África do Sul para a Copa 2010. Os anfitriões, comandados por Joel Santana abrem a competição contra o Iraque em clima festivo. O favoritismo transita entre a campeã mundial, Itália, entre os espanhóis, euro campeões, em 2008, livres do estigma do quase e entre a nossa seledunga, que corre atrás do tri e vem na liderança das eliminatórias sul americanas. A estréia brasileira será contra o Egito, desconhecido da elite do futebol, mas, cuja base é o Al-Ahly, sempre representando a África no mundial interclubes da FIFA. Segunda, o Brasil terá de volta Luiz Fabiano e sua força total em busca de vencer e já garantir a vaga nas semifinais, sem depender de uma revanche contra a Itália, atravessada com o 3x0 de Londres, para seguir adiante na competição.
Brasil x Egito estreiam no Free State
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Joel Santana comanda os Bafana-Bafana da Africa do Sul.
Valeu pelo resultado, pelos três pontos e por estar a seleção, faltando quatro jogos, para o fim das eliminatórias, à uma vitória de fechar sua classificação para a Copa 2010. Cabañas e o time paraguaio falaram muita bobagem antes do jogo, criticando a lentidão da defesa do Brasil. Marcaram pressão, adiantado, fizeram 1x0 na bola parada e o time brasileiro teve que partir em busca da virada com velocidade e atormentado por uma quantidade absurda de passes errados. Ainda bem que Robinho achou um gol importante, entrando livre pelo lado esquerdo e veio o intervalo com o jogo já empatado. E com tranqüilidade e algumas mexidas corretas, a seleção partiu, com Ramires e Pato em busca da vitória. Nilmar, escolhido por Dunga para substituir o titular Luiz Fabiano, deixou seu gol e o time foi orientado a manter a posse de bola e só atacar com segurança. Destaques para o capitão Lúcio, Daniel Alves, Felipe Melo e Kaká. Próximo jogo, segunda, 15, contra o Egito, em Bloemfontein, cidade das rosas, uma espécie de Barbacena sul africana, no caminho do tri da Copa das Confederações. Pelas Eliminatórias, 5 de setembro, Buenos Aires, Brasil x Argentina, com los hermanos fervendo em crise e correndo o risco de dançarem o tango da eliminação. Te cuida, Maradona!
Seledunga - Falta uma vitória para a South Africa 2010.
Nilmar comemora seu gol, no 2x1 contra os paraguaios.
Definidas as doze cidades brasileiras que sediarão os jogos da Copa 2014. A partir da próxima semana, começa a contagem regressiva dos prazos apertados e das cobranças draconianas das metas a serem cumpridas pelos comitês organizadores e governos para promover melhorias urbanas e na infra-estrutura de hotelaria e transportes, bem como conferir o tal padrão FIFA aos mal ajambrados e remendados estádios das cidades afortunadas. Discute-se muito a oportunidade de promover um mundial no Brasil, em vista das desigualdades sociais e urgências em prover saúde e educação públicas de melhor qualidade. Falta na discussão um grau maior de racionalidade e enxergar o efeito multiplicador na economia real, no emprego, na renda e em benefícios para o turismo, cultura e imagem do pais no exterior. Discutem-se também os critérios de escolha das sedes pela FIFA e os conceitos, por exemplo, Copa na Amazônia e no Pantanal, que foram evidenciados a partir dos projetos apresentados. Cuiabá, Manaus e Natal entraram na lista por apresentarem excelentes projetos de infra-estrutura e estádios, além de deixar claro de onde sairiam os recursos. Belém, Goiânia e Florianópolis foram excluídas pela timidez e insuficiência de suas propostas. São Paulo ficará sujeita ao constrangimento do risco de perder a partida de abertura para Brasília ou Belo Horizonte, em função da fragilidade do projeto de reforma do Morumbi, publicamente criticado pelo Comitê Executivo da FIFA.
Abaixo, uma coletânea de imagens dos projetos de estádios para 2014.
Todo mundo gostou. Eu também. Enfim, uma jornada em que tudo deu certo para a seleção brasileira. Um chute despretensioso de Daniel Alves e um frangaço do goleiro uruguaio com 11 min. desanuviaram o panorama tático e o gol deu tranqüilidade ao bem posicionado time brasileiro. Os uruguaios, que comandaram um show de provocações nos dias que antecederam o confronto, partiram para a virada com três e até quatro atacantes e concederam generosos espaços para o Brasil fazer repetidos contra ataques. Foi uma boa prova para Lúcio e Juan reeditarem suas impecáveis atuações e os contestados Gilberto Silva e Felipe Melo aparecerem bem no jogo, resistindo à pressão e a pancadaria da celeste. E, mais uma vez, Julio César fechou o gol e deu uma exibição de melhor goleiro do mundo. Luiz Fabiano foi outro destaque brasileiro e vai consolidando sua posição de titular absoluto com boa forma, velocidade e gols, em vez de se apresentar apenas com camisa e nome. Foi injustamente expulso pela arbitragem confusa e desastrosa. No Recife, Dunga escolherá entre Alexandre Pato e Nilmar, quem atuará contra os paraguaios ao lado de Robinho. Como o Chile ganhou ontem por 2x0 no Defensores Del Chaco, o jogo do Arruda, para o Brasil, vale a liderança e uma posição invejável a uma vitória da Copa 2010. No jogo do turno, Cabañas e Roque Santa Cruz deram show e amargamos o nosso pior momento na competição. Que a acolhida e boa sorte que a seleção sempre recebe dos pernambucanos seja fonte de inspiração de uma boa revanche.
Luiz Fabiano, titular absoluto e destaque da goleada brasileira que detonou o tabu do Centenário.
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