Meu perfil BRASIL, Sudeste, JUIZ DE FORA, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Esportes, Informática e Internet, Comunicação Esportiva MSN - topeden@msn.com
Brasil 3x1 Uruguai, semifinal da Copa do Mundo de 1970, uma virada, uma revanche de 20 anos, revisitada nas vozes de Geraldo José de Almeida, da TV Globo, precursor de Luciano do Valle e Galvão Bueno e Waldir Amaral e Jorge Curi, do pool das rádios Globo e Nacional do Rio de Janeiro. Ao ver esse You Tube, relembrei a alegria incontida, o foguetório, o buzinaço e a carreata na Rio Branco. Anos de chumbo, de ditadura , repressão e muito sofrimento da Nação Brasileira, amenizados pela alegria da vitória e do talento com a bola e o microfone.
Motivado por uma virada sensacional contra o Cerro, que o fez chegar à decisão da Sul Americana 2009, o Fluminense partiu para as alturas de Quito tentando construir um bom resultado para o jogo de volta, no Maracanã. As credenciais para o jogo foram a série invicta de 13 partidas, a reação na fuga do rebaixamento do Brasileirão e a liderança do artilheiro Fred e do meia Dario Conca. Pressão avassaladora da torcida da LDU, provocações de toda espécie relembrando o Maracanazo de 2008, tudo antes da bola rolar. Com 25 segundos de jogo, o Flu ataca, o goleiro da LDU espalma para o lado um chute de Fred e Marquinhos aproveita o rebote. Flu 1x0 e a impressão geral de que a revanche viria. A partir daí, o time da casa transformou-se, partindo para a virada, abrindo o jogo pelas pontas, principalmente pela direita e forçando o jogo aéreo e os chutes de longa distancia. O balé dos gandulas, ágeis na reposição das bolas também interferiu no desastre tricolor. Mendez, com 3 gols, Salas e De La Cruz completaram a goleada final de 5x1. Cuca tentou mexer, fazendo o possível para amenizar o desgaste e provocar uma reação da equipe, mas, o jovem time tricolor sentiu os efeitos da altitude de 2900 metros, perdeu o fôlego, recuou excessivamente, sem forças para o contra ataque. Faltou experiência, capacidade para cadenciar o jogo e quebrar o ritmo do time local. No Maracanã, será preciso fazer 4 gols para decidir nos pênaltis e 5 para reverter a vantagem da LDU. O time deles está muito próximo de ser campeão de tudo, como o Inter e o Boca Jrs. Até domingo, quando o Flu joga sua permanência na série A, contra o Vitória, Cuca terá muito trabalho para restaurar os brios e a motivação do elenco diante dos próximos desafios.
Ficha técnica:
LDU 5 x 1 FLUMINENSE
Alexander Domínguez; Norberto Araujo, Espinola e Calderón; Reasco, William Araujo, Miller Bolaños (Salas), Edison Méndez (Chila) e De la Cruz; Walter Calderón (Graf) e Bieler.
Rafael; Gum, Cássio e Dalton; Mariano (Ruy), Diogo, Conca, Diguinho (Maurício) e Marquinho; Alan (Kieza) e Fred.
Técnico: Jorge Fossati.
Técnico: Cuca.
Gols: Marquinho, aos 20 segundos, Méndez, aos 20 e aos 43 minutos do primeiro tempo, e aos 14 do segundo tempo. Salas, aos 31, e De la Cruz, aos 42 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Espinola e Calderón (LDU);Marquinho, Rafael e Gum (Fluminense).
Estádio: Casablanca, Quito (EQU). Data: 25/11/2009. Árbitro: Roberto Silvera (URU). Auxiliares: Pablo Fandiño (URU) e Wálter Rial (URU).
Uma virada espetacular, nos descontos, dos 46 aos 50, o Fluminense escapou de uma derrota por 1x0 para o Cerro Porteño, que levaria a decisão da vaga na final da Copa Sul Americana para os pênaltis e virou para 2x1 com gols épicos do zagueiro Gum e de Alan, driblando o goleiro paraguaio na sua intermediária e chutando para o gol vazio. O Maracanã explodiu em euforia da torcida tricolor e na pancadaria irresponsável que poderia colocar em risco o caminho do Flu para o título. Hoje sai o adversário da grande final. O bom senso e a logística recomendam o River Plate-URU, com uma viagem a Montevidéu. A torcida e os jogadores querem a LDU, revanche, altitude, dificuldade, para superar o Maracanazo de 2008, na final da Libertadores. Seja quem for, o Flu será avassalador, na garra, na união e na qualidade do time transformado por Cuca e liderado em campo por Fred e Conca.
Gum comemora a virada épica do Flu e a vaga na final.
Encerradas as Eliminatórias, com as partidas de ontem das repescagens européia e sul americana, estão definidas as 32 seleções finalistas da Copa da África do Sul 2010.
Europa: Classificados: Dinamarca, Suíça, Eslováquia, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Sérvia, Itália, Holanda, Grécia, Eslovênia, Portugal e França.
América do Sul: Classificados: Brasil, Chile, Paraguai, Argentina e Uruguai.
África: Classificados: Gana, Costa do Marfim, Nigéria, Camarões, Argélia e África do Sul (sede)
América do Norte e Central: Classificados: Estados Unidos, México e Honduras.
Ásia: Classificados: Japão, Coréia do Sul e Coréia do Norte.
Oceania: Classificados: Austrália e Nova Zelândia.
Uruguai, ausente desde 2002, volta a disputar a Copa, eliminando a Costa Rica de Renê Simões.
LA MAIN DE DIEU - LES BLEUS quase deram vexame e foram salvos pela mão de Thierry Henry.
Fim de temporada 2009 para a seleção canarinho. E foi com vitória de 2x0 sobre Omã, que fez um jogo da vida, contra o Brasil, em ritmo de treino meia boca. Nilmar, com 3m de jogo, arrematou a largada do goleiro omanês do chute de Luiz Fabiano. Omã resolveu gostar do jogo e levou algum perigo ao gol de Julio Cesar. O Brasil cozinhava o jogo e só pouco antes do intervalo, voltou a ameaçar os anfitriões. Dunga resolveu mexer e entraram Hulk (Porto), Fábio Simplício (ex-São Paulo), Júlio Baptista, Daniel Alves, Carlos Eduardo (ex-Grêmio), e Cris (Lyon). O desentrosamento natural dos jogadores que foram observados acabou por conferir a seleção local um falso domínio, que ruiu, com o segundo gol dado de presente aos brasileiros. O balanço da temporada foi bastante positivo e seus resultados deram ao treinador a segurança e autonomia para seguir comandando o Brasil na Copa de 2010. Apesar da festa em homenagem ao sultão Qaboos, que completava 69 anos e ao país, que completava 39 anos de independência, a segurança falhou e houve pancadaria contra jornalistas, na zona mista, nas coletivas pós jogo. Dia 3 de março, o último amistoso antes da convocação final para a Copa. Até lá, Dunga aproveitará para refletir sobre as últimas convocações e fechar o grupo que tentará o hexa em gramados africanos.
Ficha técnica:
OMÃ 0 x 2 BRASIL
Al-Habsi, Mohammed Rabea, Al-Noafli (Suhail), Al-Ghailani e Al-Balushi; Hadeed, Basheer (Al-Nuaimi), Qasim Said e Al Ajmi (Al-Noobi); Emad Al Hosani (Abdulkarim) e Rabea Al-Hosani (Saleh)
Julio César, Maicon (Daniel Alves), Lúcio (Cris), Thiago Silva e Michel Bastos; Gilberto Silva , Felipe Melo (Fábio Simplício), Elano (Carlos Eduardo) e Kaká (Julio Baptista); Nilmar e Luis Fabiano (Hulk).
Técnico: Claude Le Roy.
Técnico: Dunga.
Gols: Nilmar, aos três minutos do primeiro tempo. Al-Ghailani (contra), aos 16 da etapa final.
Estádio: Qaboos Sports Complex Stadium. Data: 17/11/2009. Árbitro: Erich Brahehmhaeer (HOL). Auxiliares: Patrick Gerritsen e Wilco Hobbert (HOL).
Muita festa no Estádio Khalifa, de Doha e um protocolo impecável para exibir a FIFA e ao mundo do futebol que o Qatar e seus petroeuros querem sediar a Copa de 2022. Brasil e Inglaterra fizeram um jogo de muita marcação, com um primeiro tempo sem graça, em que só o Brasil tentou atacar e criar chances de gols. Nilmar foi o destaque da seleção, abriu o jogo pela esquerda e fez a festa entre os bondes da zaga de Sua Majestade. Marcou pontos junto ao treinador e mereceu elogios de Dunga por sua atuação. Com 2m do segundo tempo deixou seu gol de cabeça, desviando por cobertura um passe estiloso de Elano. Brasil 1x0 e cabia mais, graças às chances criadas pelo próprio Nilmar, pelo pênalti desperdiçado por Luiz Fabiano e pelo chute na trave do capitão Lúcio. A atuação do time inglês ficou prejudicada pelos inúmeros desfalques, mas, o atacante Wright Philips criou alguns lances de ataque e apareceu bem no jogo. Dunga e Fábio Capello, nas coletivas pós-jogo trocaram gentilezas protocolares atribuindo favoritismo à seleção adversária e o brasileiro elogiou a participação do lateral Michel Bastos, além de repelir o favoritismo atribuído aos brasileiros, graças à seqüência de bons resultados contra grandes seleções. Próxima terça, o fim da temporada de 2009, jogando contra Omã, as 12h30m, de Brasília.
Ficha técnica:
BRASIL 1 x 0 INGLATERRA
Julio César, Maicon, Lúcio, Thiago Silva e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Daniel Alves) e Kaká (Julio Baptista); Nilmar (Carlos Eduardo) e Luis Fabiano (Hulk).
Foster, Brown, Upson, Lescott e Bridge; Milner (Young), Jenas, Wright Phillips (Crouch) e Barry (Huddlestone); Rooney e Bent (Defoe).
Técnico: Dunga.
Técnico: Fabio Capello.
Gols: Nilmar, a 1 minuto do segundo tempo.
Estádio: Khalifa International. Data: 14/11/2009. Árbitro: Adbulrahman Abdou (Qatar). Auxiliares: Waleed Al Mannai (Qatar) e Mohammed Dharman (Qatar).
Nilmar, elogios de Dunga e muita vontade de brilhar em 2010.
Amanhã, a seleção brasileira começa a se despedir da temporada de 2009, com uma rodada dupla de amistosos em Doha, Qatar, contra o English Team e na terça feira, contra Omã. O balanço é altamente positivo para o trabalho de Dunga, pelos resultados expressivos da classificação antecipada para o Mundial e o tri da Copa das Confederações, na África. O adversário de amanhã será um mistão dos súditos da Rainha, que virão desfalcados de titulares importantes como Steven Gerrard, Rio Ferdinand, Ashley Cole, Aaron Lennon, David Jasmes e Frank Lampard. Mas, Fabio Capello saberá como montar uma equipe para jogar bem e mostrar as razões de serem os melhores das eliminatórias européias. Por outro lado, Dunga luta com repentinos problemas entre clubes europeus e CBF para liberação de jogadores brasileiros. Juan, Luisão e Fábio Aurélio não estarão presentes e Cris, zagueiro do Lyon, foi chamado às pressas para compor a defesa. Dunga contará com a dupla de atacantes de Nilmar e Luiz Fabiano e no meio, a dúvida está entre Elano e Daniel Alves. Kaká, após os treinamentos no belíssimo estádio de Doha, declarou que o jogo, mesmo com os desfalques, será importante para conferir o estilo de jogo e o favoritismo dos ingleses projetados para a Copa. O jogo será as 15 h, de Brasília.
BRASIL
INGLATERRA
Julio César, Maicon, Thiago Silva, Lúcio e Michel Bastos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves (Elano) e Kaká; Nilmar e Luis Fabiano.
Green, Brown, Upson, Lescott e Bridge; Carrick, Milner, Wright-Phillips e Barry; Rooney e Bent.
Técnico: Dunga.
Técnico: Fabio Capello.
Estádio: Khalifa International Stadium, em Doha (Qatar). Data: 14/11/2009.
Transmissão: A TV Globo e o GLOBOESPORTE.COM exibem a partida ao vivo, às 15h (de Brasília)
Tempo Real: O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partir de 14h30m (de Brasília).
E segue o Fluminense, comandado por Fred Slater, surfando em uma série de dez partidas invicto, com uma brilhante reação no Brasileiro, vencendo Atlético-MG, Cruzeiro, Palmeiras, Universidad, no Chile e ontem, a primeira semifinal da Sul Americana. O artilheiro deixou seu golzinho da vitória incontestável de 1x0, sobre o Cerro Porteño, no Paraguai. Cuca prometeu ousadia e jogo ofensivo e assim o Flu atuou, quase abrindo o placar, com 1m de jogo. O time tricolor volta ao Rio, extenuado, mas, com motivação total, para o jogo contra o Furacão, no domingo. Vencendo, ficará a 2 pontos de sair da zona de rebaixamento, missão dada por muitos como impossível, mas, que é conseqüência natural do ambiente de união e vontade de reagir que tomou conta das Laranjeiras. A vitória de ontem deu ao tricolor uma vantagem de estar a um empate da decisão do título, no jogo de volta, no Maracanã, contra o Cerro. E pode acontecer a revanche da final da Libertadores 2008, contra a LDU, se o time equatoriano superar o River Plate-URU. Percebe-se, pelas imagens do banco, da disposição do time em campo, pelo clima de união nas entrevistas e correntes pré-jogo, que a crise de gestão foi sanada, de certa maneira. E isso é positivo para os destinos do futebol carioca, já que em General Severiano ocorre reação parecida, com o Fogão precisando de mais uns 4 pontos para salvar-se do rebaixamento. No domingo, em horário modificado, 19h30, de Brasília, encontro marcado com os mosaicos, luzes e pó de arroz no Maracá lotado, para mais uma batalha de reação do Flu.
Fred, gol decisivo e Flu, quase finalista da CSA.
Pedras atiradas em campo e clima hostil valorizaram a vitória tricolor.
Revejam o post anterior em que eu dizia que na semifinal contra o Uberaba bastaria ao Tupi atuar bem com tranqüilidade, nervos no lugar e uma dose a mais de ousadia para atacar e vencer. Com a bola rolando, a transmissão da Globo 910 AM descreveu uma partida totalmente inversa do que era preciso, UM GOL para vencer, vitória simples. E mais uma vez o Tupi ficou pelo meio do caminho precisando de um único gol. Tomou-o em falha individual, em lance despretensioso de Samir, um jogador frio, que havia entrado em campo fazia uns 2 minutos. E foi um Deus nos Acuda, como diria o Fábio do Orkut, o resto do jogo para o Galo correr atrás da virada. Aí, os nervos saíram do lugar, no campo de jogo e no banco. Condé mexeu MUITO MAL, tirou o zagueiro mais seguro e experiente, João Júnior e fez entrar em seu lugar um atacante, Bigu, que correu, lutou, mas, sem a qualidade necessária. O time continuava desligado, apático, disperso, mal posicionado. E do banco do Uberaba também não saia uma boa estratégia para aproveitar a vantagem. Birigui enervou seu time e acabou por ser expulso do banco junto com seu preparador e pasmem, com o autor do gol, Samir, que fez uma falta de ataque absurda, deixando seu time com um a menos, mas, bem agrupado, marcando bem e aí sim, tranqüilo para segurar o resultado. Condé fez entrar Michel e nem assim o Tupi melhorou. O empate veio aos 25 do segundo tempo. Raphael Aguiar deixou um gol que fez o time ligar as turbinas e tardiamente partir para a virada, em vão, pela inexperiência, descontrole emocional do time que se abateu com as vaias da torcida. Fim de jogo, eliminação justa, pelo declínio de atuações do grupo desde o fim do sonho do acesso para a série C. Mas, injusta e prematura, em função das boas vitórias e atuações anteriores, principalmente jogando fora de casa. Fim de temporada 2009 para o Galo. É tempo de avaliações, cobranças internas, muita calma e equilíbrio para decidir os rumos da equipe para 2010. Sou contra pedir cabeças, mudanças radicais, caça às bruxas e fora x e fora y. É preciso manter o que deu certo, funcionou bem e corrigir procedimentos, buscar jogadores mais experientes e com poder ofensivo para mesclar com a base jovem. Até janeiro, o Tupi tem muito tempo para reorganizar-se e planejar bem a temporada vindoura. Teremos um 2010 atípico no Mineiro, com Caldense e Ipatinga de volta, o trio da capital motivado pelo sucesso de 2009, e com o Mineirão e o Independência fechados para reformas, sem o fator campo pesando. Nesses momentos de incerteza e cobranças da torcida seria bom contar com o temperamento equilibrado do comando do futebol, mantendo a busca por recursos financeiros suficientes e jogadores que possam acrescentar algo mais aos acertos da temporada que chega ao fim. Feliz 2010 para a família carijó. Valeu, Tupi.
O treinador Condé terá apenas uma dúvida para definir seu time do jogo decisivo da semifinal da Taça MG. Raphael Aguiar sentiu o tornozelo e pode desfalcar a equipe contra o Uberaba no jogo de amanhã, no Helenão. Em compensação, as voltas de João Júnior na zaga e do volante Bruno Ramos estão confirmadas, cumpridas suas suspensões. Somente a vitória interessa ao Tupi, mesmo simples, de um golzinho só. Vencendo, o carijó disputará sua terceira final consecutiva da competição e o bi, ficando perto da vaga mineira na Copa do Brasil 2010. Esse grupo já mostrou do que é capaz, bem como seu treinador. Com todo o respeito, vencer o Uberaba não é tarefa complicada e/ou inédita. Basta atuar bem, com tranqüilidade e uma dose a mais de ousadia, aproveitando o fator campo e a força da torcida, que precisa fazer a sua parte, comparecendo e apoiando. Fui dar uma olhada no noticiário do Zebu, editado pelo amigo e parceiro, Bruno Souza, do Jornal de Uberaba, e, no time colorado, que tem a vantagem do empate, só se fala em vitória e título. O discurso motivador é de Marcos Birigui, jogador campeão brasileiro de 1978, pelo Guarani, hoje treinador do Uberaba. A equipe do triângulo chega hoje a JF, treina no campo do Baeta e inicia a concentração para o jogo. A previsão do tempo fala em sol, tarde agradável, sem chuvas e um cenário perfeito para uma vitória do Tupi. Ademilson, recuperado de contusão pubiana, pode ser o grande reforço do ataque carijó na decisão de amanhã. Que ele sirva de referencia ao time, motivando-o a vencer bem e chegar à uma reconquista que pode trazer dias melhores ao futuro do Tupi e de todos que vestem sua camisa, dentro e fora de campo. Bom feriadão e bom jogo para todos os carijós.
O Tupi fez um bom primeiro tempo, apesar das tradicionais imperfeições, resistindo à esperada pressão do Uberaba para atacar, ganhar o jogo e reverter a vantagem do Galo. Uberabão, 10 da matina e 40° ao sol. O time de Condé esqueceu as condições adversas, cadenciou o jogo, cozinhou o Zebu e provocou a indignação da galera local com o time colorado. O Tupi marcou bem, mas, pecou ao errar uma quantidade absurda de passes no meio campo, até mesmo passes curtos, o que acabou por comprometer a qualidade do contra ataque e gerar o desperdício de algumas chances de gols. O treinador fez uma leitura correta do jogo ao ser ouvido pela Globo AM 910, no inicio do intervalo. Pediu mais movimentação e aproximação e um contra ataque mais vibrante. Voltou com o mesmo time para o segundo tempo e com a bola rolando, em 30 segundos de jogo decente, aberto, com bola no chão, pela direita, veio o cruzamento certeiro à meia altura, que encontrou Rafinha enfiado no meio de dois zagueirões do Uberaba. A cabeçada do Pequeno Polegar, da entrada da área, no canto, dava ao Tupi o 1x0 e um acréscimo na vantagem, rumo à final. O time até evoluía bem, quase fez o segundo, mas, com 12 minutos, começou a complicar o roteiro tomando o empate e aos 30, a virada de 2x1. Condé mexeu mal, pois colocou um volante no lugar de um zagueiro e um lateral improvisado de atacante. Bigú não entrou bem e só fez aumentar o desespero e a imprecisão do time em busca do empate e o da galera, nos últimos 15 minutos, com a ameaça de um terceiro gol do Uberaba, que desandaria de vez a partida de volta no Helenão. A derrota mínima de 2x1 reverte a vantagem para o Zebu, mas, com uma vitória de 1x0, o Galo retoma a vaga e passa para decidir o título. Na outra semifinal, Villa Nova 2x0 Uberlândia, com grande atuação de Eraldo demolindo o favoritismo e o retrospecto dos periquitos. A semana de treinamentos no Salles servirá para remendar as avarias da virada sofrida e dar motivação e confiança ao elenco carijó. Um golzinho só, Tupi! SÓ UM, será preciso no jogo de sábado, 4 e meia da tarde. Vai daqui, um recado para o torcedor desconfiado. Esqueça sua cornetagem no Orkut e some forças com seu time, movendo-o rumo ao BI. Vale a sua torcida por um 2010 melhor, sem sustos, sem riscos, com a continuidade de um bom trabalho, com uma campanha melhor ainda do que foi em 2009.
O Tupi, ressabiado pela dificuldade de vencer o Valério e chegar para a disputa das semifinais da Taça MG, fez um trabalho de regeneração para o elenco e embarcou no seu vôo rasteiro, rumo ao triangulo mineiro, para encarar o Zebu, na casa dele. Domingo, dez da matina, na verdade, nove. O Tupi terá que se adaptar a bizarrice do horário e ao inclemente sol de verão, aproveitando para reunir forças e motivação para a difícil tarefa de trazer para o jogo de volta no dia 31, um bom resultado para decidir a vaga na final, sem sustos. Ao carijó, desejo boa sorte, nervos no lugar e uma atuação tranqüila. Apesar da péssima repercussão do primeiro tempo contra o Valério, mantenho minha confiança total no grupo e no treinador. Força na camisa, Tupi! É em momentos assim que surgem os ingredientes de raça, de vontade de vencer, de superação, de repentinas explosões de alegria, que fazem parte da nossa história. O Tupi é um time jovem, que tem aprendido com os erros a buscar forças para redimir-se e vencer. Domingo, um bom resultado diante do Uberaba, abre uma janela, ou, melhor, várias janelas de oportunidades, para todos e para cada um de seus jogadores. Um 2010 com calendário cheio, Mineiro, Copa do Brasil e série D, assim como foi em 2009, será fonte de ganhos técnicos e financeiros ilimitados. Reflitam sobre o assunto, Bom domingo e bom jogo para todos os carijós.
TUPI FC: Gonçalves; Marcelinho, Cedrola e Fabricio Soares; Serginho, Marcones, Marcel, Felipe Canavan e Michel; Rafinha e Raphael Aguiar. TÉCNICO: Leonardo Condé UBERABA SC: Glaysson; Ivonaldo, Rodrigo Mineiro, Rodrigo Paulista e Rogério; Fabiano, Balduíno, Gustavo e Rafael Ipuã; André Nascimento e Danilo. TÉCNICO: Birigui
O Fluminense complicou sua permanência na disputa de uma vaga nas semifinais da Copa SA 2009. Começou jogando muito melhor que o Universidad e tendo a tranqüilidade de fazer um gol nos minutos iniciais e seguir criando chances de gols, graças à eficiência do trio de atacantes lançado por Cuca, com Fred, Alan e Maicon. Nem parecia o Flu, virtual rebaixado para a série B, padecendo de um crônico descontrole emocional. Tudo levava a crer em uma vitória expressiva e a confiança aumentou com o segundo gol de Fred. Veio o segundo tempo e, junto, a tradicional pane de nervos. O Flu assistiu, sem reação, em um período de tempo de 5 minutos, a dois gols seguidos dos chilenos, entrando livres, cara a cara com Rafael. Agora, em Santiago, será preciso o Fluminense vencer e bem. O desastrado 2x2, no Maracanã, dá aos chilenos a vantagem do 0x0 e 1x1 para seguir adiante. E para desandar de vez o caldo de cultura da crise tricolor, o fantasma de Joel Santana, de volta ao Rio, começa a assombrar a melancolia tática e emocional de Cuca. E o presidente, ameaçado por uma proposta de destituição do cargo, briga com o comando paralelo do futebol e dirige pessoalmente o dantesco roteiro de amadorismo e incompetência nas Laranjeiras. Até quando?
Conca, o maestro da tragédia anunciada no Flu.
Cuca comanda a melancolia tática e emocional do Flu.