M@rco na Rede


0x0 FEIO NA LINDA GOIÂNIA.

InsatisfeitoDevagar

 


O Brasil de Mano só foi superior no segundo tempo até acontecer a desnecessária expulsão de Ramires. No período inicial a atuação do time foi afetada pelo natural desentrosamento e pela forte marcação e jogo violento dos holandeses. A seleção vice da Copa 2010 foi muito incisiva pelo lado esquerdo, aproveitando os espaços concedidos por Dani Alves. A movimentação com Affelay e Robben pelos lados e centralizando para a finalização, a jogadinha manjada e remanescente da Copa, levou perigo a meta de Julio Cesar por duas vezes. A meu ver, Mano inventou com o 4-3-3, que dera certo no amistoso de estréia contra os EUA, mas, foi inoperante com Elano no meio e Fred na área. Faltou a ligação com o ataque, um meia mais presente. O Brasil precipitou-se, não soube trabalhar bem a bola para Neymar e Robinho. As mexidas de Mano e o preciosismo de alguns acabaram por justificar o empate e a reação da torcida goiana. As respostas ao 0x0 foram vaias dirigidas principalmente a Fred e gritos de timinho. Para o segundo amistoso, contra a Romênia, no Pacaembu, que marcará a despedida de Ronaldo da Seleção, Julio César, Dani Alves, Thiago Silva e Ramires estarão ausentes e Mano fará mudanças no time. O Fenômeno atuará dos 30m até o intervalo. A conseqüência direta do empate com a Holanda será a decisão do treinador de levar Alexandre e Paulo Henrique- o Pato e o Ganso- para a disputa da Copa América. No jogo de amanhã, a festa será apenas do R9. Para os demais, o jogo será decisivo. Mais do que atuações individuais, um melhor jogo coletivo e uma vitória convincente, será preciso um jogo mais sério e nervos no lugar. Em disputa com catimbeiros e milongueiros sudamericanos o Brasil tem que saber neutralizar essas características próprias dos adversários. Elano precisa ser mais bem posicionado e Lucas mais objetivo. Robinho e Neymar têm que mostrar o jogo decisivo que exibem em seus clubes, fazerem o jogo do Dá em mim, que eu decido, o grande ausente da festança do Serra Dourada.

Video: Globoesporte.com

 

 



Escrito por Marco Moreira Lima às 16h37
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VAMOS SUBIR, GALO!!!

ApaixonadoBobo

Fim de recesso pós campeonato mineiro para o Tupi. Ao contrário de previsões apocalípticas que davam o carijó como um clube sem rumo, sem comando, sem calendário e fadado ao fracasso irreversível e ostracismo vergonhoso, até que chegasse 2012, ano do centenário, eis que uma janela de oportunidade abriu-se, com a desistência do América-TO em disputar a série D. O presidente e seu vice declararam que a participação do Tupi dependia da formalização junto a FMF da recusa do América em disputar a competição. E apesar da boataria nas redes sociais e da torcida contra de outros clubes, o Galo disse sim ao anseio de sua torcida e, em 26 de maio, no dia em que completou 99 anos, o oficio para a FMF foi enviado. O Galo está incluído no grupo 5, ao lado de Gama-DF, Gurupi-TO, Anapolina-GO e Itumbiara-GO. Um atentado ao bom senso, uma estupidez em matéria de logística e racionalidade de custos. Cumprida a etapa do sim, teve inicio a execução do planejamento para chegar ao objetivo do acesso, integrante dos festejos do centenário. Os doutores do futebol carijó, Fortuna e Maranhas surpreenderam a torcida e a imprensa esportiva. Aconteceram tratativas com os nomes mais cotados para assumir o lugar de Leonardo Conde, que se despediu de JF e foi para Nova Lima comandar o Villa Nova. Desde a ida dos dirigentes alvinegros a Belo Horizonte para a festa de premiação dos melhores do Mineiro de 2011 pela TV Globo Minas e portal Globoesporte.com eu desconfiava que teríamos novidades em função da campanha rumo à série C. Os treinadores preferidos da galera perderam a vez e o nome escolhido pelo presidente foi Ricardo Drubscky, de vistoso currículo de gestor e treinador, com passagens por grandes clubes e que atuava no interior paulista. A meu ver, uma surpresa positiva, acima das expectativas financeiras do Tupi. O elenco remanescente do Mineiro em grande parte pode ser mantido, por muitos jogadores terem vinculo sob pré contratos, ainda em vigor. Alguns reforços serão indicados pelo treinador Drubscky através de seus contatos com os clubes em que atuou, os Atléticos, mineiro e paranaense. Na próxima segunda, acontecem a apresentação de Drubscky em Santa Terezinha e reuniões decisivas para a montagem do grupo que irá concorrer ao acesso, maduro para ocorrer desde 2009. No momento em que atualizamos esse post, crescem os rumores, via redes sociais, de que Ademilson, ídolo carijó e artilheiro, teria acertado sua volta ao Tupi. O sentimento da galera será de absoluta euforia para servir de motivação adicional a todos na busca do acesso.



Escrito por Marco Moreira Lima às 19h06
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BRASILEIRÃO 2011 - SURPRESAS E DECEPÇÕES NA LARGADA.

ApaixonadoConvencido

 

Dada a largada no fim de semana para a disputa do Brasileirão 2011, série A. A 1ª rodada teve inicio no sábado com três jogos: Na Arena de Sete Lagoas o CAM venceu seu homônimo paranaense de 3x0, com autoridade e domínio. O jogo decidiu-se no duelo de meio campo, vencido pelo trio mineiro de Richarlyson, Toró e Felipe Souto, que esteve mais bem postado, objetivo nos passes e criando situações de gols. Adilson terá algum trabalho para acertar o Furacão, muito dependente da bola parada de Paulo Bayer. Toró e Magno Alves construíram o placar e a massa voltou para BH feliz com a boa estréia. Em Fortaleza, prévia de uma possível grande final da Copa do Brasil entre Ceará e Vasco. O menino Bernardo comandou a virada cruzmaltina de 3x1, marcando dois golaços sobre o bom time do Vozão. Em Macaé, finalmente, apareceu o refinado futebol que Ronaldinho Gaúcho estava devendo ao Flamengo e sua torcida. Apoiado em grandes atuações de Botinelli e Thiago Neves o meia fez sua melhor exibição com a camisa rubro-negra e foi decisivo para a goleada de 4x0 sobre o Avaí. E ainda brindou a galera com um golaço, tabelas e assistências, dignas de sua fase de ouro no Barcelona. O sábado terminou com o 1x1 na Vila entre o misto do Santos e o time completo do Inter. Muricy, Neymar e seus companheiros, remanescentes da Libertadores, só pensam no tri. Domingo, algumas surpresas nos jogos das 16. O campeonissimo Cruzeiro, reforçado por Montillo, foi a Floripa, jogou um futebol sem brilho, de ressaca moral do título mineiro e deu um gol contra de presente e uma improvável vitória de 1x0 ao Figueirense. O Timão superou erros de arbitragem e a forte marcação gaúcha e fez 3x1 no Grêmio, dentro do Olímpico, de virada, com grande atuação de Liedson. No Couto Pereira, a mística do Coxa invencível, com todos os titulares, ruiu diante do Atlético Goianiense. O Dragão marcou seu gol aproveitando falha da defesa paranaense e soube garantir a vantagem até o fim. O Botafogo jogou muito bem durante 15m e depois cedeu o controle da partida e a vitória ao limitado time do Palmeiras. Caio Jr e Felipão armaram os times possíveis diante dos desfalques e o gol de Kleber nasceu de um lampejo de talento. O Fogão exibiu algumas virtudes e muitas carências. O Verdão teve mais posse de bola, mais oportunidades e mereceu a vitória. Encerrando o domingão, o São Paulo esqueceu seus problemas internos e crise de comando vencendo com autoridade o Fluminense, por 2x0, gols de Dagoberto e Lucas. O campeão brasileiro foi uma caricatura de equipe, dando a impressão de que anseia pela chegada de Abel Braga para caçar ratos e por ordem na bagunça desorganizada. Voltamos a Arena do Jacaré para festejarmos o retorno do Coelho a elite com um 2x1 de virada sobre o Bahia. A galera pediu e Mauro Fernandes enviou do banco para a virada os gols decisivos de Rodriguinho e Alessandro. Cuidem-se bruxos, matemáticos e analistas do fracasso. Ainda teremos 37 rodadas, janelas, contusões e suspensões para consolidar vencedores e derrotados no Brasileirão 2011. Que bom estar de volta, atualizando nosso blog com o certame nacional e a seleção de Mano na Copa América. E, queira Deus, com o Tupi na série D.

 



Escrito por Marco Moreira Lima às 14h57
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TUPI ESPLENDOROSO NO VALE DO AÇO.

ApaixonadoJóia

Sabem aquele Tupi vibrante, compacto, seguro na defesa, com domínio e imposição, com Cassiano supersônico puxando contra ataques perigosos, Michel e Michel Cury, adiantados e bem posicionados? Ressurgiu das partidas contra Uberaba, Cruzeiro e Guarani, com a atitude de vencer que faltou nas demais partidas jogadas em Juiz de Fora e na derrota para o Funorte. Nos primeiros cinco minutos, domínio total do Tupi e o acerto durante o primeiro tempo da estratégia de Condé de segurar a esperada pressão inicial do Ipatinga. O time da casa, bem marcado, começou a enervar-se, errar passes, conceder espaços e permitir maior posse de bola ao time juizforano. O Galo poderia sair para o intervalo vencendo, caso o árbitro tivesse interpretado corretamente uma penalidade em Cassiano. No inicio do segundo tempo, o juiz redimiu-se e marcou outra penalidade, convertida por Michel Cury. O gol carijó acendeu o sinal de perigo no Vale do Aço. Com a virada de 5x2 do Democrata sobre o Funorte acontecendo gradativamente, o Tigre partiu para o desespero na busca do gol salvador que o manteria na elite do futebol mineiro. Guilherme mexeu mal, tentou recompor a expulsão de Chiquinho, tudo em vão. Rodrigo, a defesa carijó, as arrancadas do lateral Vitinho pelo lado esquerdo, a volta de Michel ao meio e as retomadas de bola do Tupi, a vibração de Marcel, saindo para o jogo com mais qualidade foram a garantia da vitória do Tupi e da sentença de rebaixamento do Ipatinga. A bola puniu o desrespeito a arrogância, a fanfarronice irresponsável e os métodos alternativos dos dirigentes locais. Enquanto Villa Nova e América empatavam de 2x2 no alçapão do Bonfim afastando as chances carijós de obter a vaga na série D, restou ao time alvinegro festejar a despedida honrosa e lamentar a ausência de pontos e gols preciosos que poderiam levar o time a melhores resultados e manter a disputa pela vaga na semifinal acesa até o fim. Faltou um sentimento de confiança, de tolerância da galera com as cautelas excessivas do time e de seu treinador para jogarem em casa. Em vez de criticas pertinentes e respeitosas, aconteceram ofensas morais em exagero, mau humor, torcida com o fígado e instabilidade emocional passada para o time. Mais uma vez o Tupi ficou no quase. Quais as causas e conseqüências dessa campanha? O recesso de preparação para a Taça Minas será rico em incertezas e apreensões se a diretoria não optar por uma conduta de moderação, de manter os acertos e corrigir os equívocos. Quanto aos corneteiros bizonhos que tomaram o time do Tupi por feio e rebaixado, façam um exercício de reflexão e humildade. Perderam feio, na precipitação, no pessimismo, no palavrório inconseqüente que tentou atingir eventuais dirigentes e profissionais, mas terminou por respingar na instituição quase centenária. Revejam seus conceitos, sejam mais amorosos e respeitosos com a nossa camisa, com as nossas cores com a nossa paixão. Torçam com o coração. Com o fim da caminhada do Tupi no Mineiro 2011, quero agradecer a participação da galera, dos amigos de JF e de outros recantos junto ao nosso blog, ao Twitter e outras mídias sociais. Obrigado pelo suporte inestimável e fonte de informações precisas geradas pelo trabalho da equipe da Globo AM 910 e parceiros de outras cidades mineiras. Sem vocês, não seria tão emocionante escrever, analisar, criticar e produzir quase dez mil posts no Twitter. Uma experiência enriquecedora e bendita no meu cotidiano.

Video, Globoesporte.com



Escrito por Marco Moreira Lima às 20h59
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APATIA, GRITARIA E ELIMINAÇÃO.

IraEm dúvida

Sabem aquele Tupi apático, mal posicionado, disperso, sem vibração? Contra o América-MG, sábado à tarde, no Mário Helenio, marcou presença, jogou mal e perdeu de 1x0, encerrando de forma melancólica a série de seis jogos em casa no Mineiro de 2011. O Coelho jogou em ritmo lento, o suficiente para achar seu gol e vencer, sem riscos. Esse Tupi apático, frio, sem identidade com sua galera é conseqüência direta do ambiente de hostilidade, de agressividade, de criticas fora dos limites da racionalidade feitas por setores da torcida ao time e ao treinador Condé. É preciso fazer a distinção entre criticas respeitosas e pertinentes aos planejamentos táticos inadequados do treinador, para jogar em casa e vencer, excessivamente cautelosos, defensivos e a gritaria desorganizada, a operação feita na internet, na mídia esportiva e nas arquibancadas para demitir Condé e alguns jogadores. Não creio existirem preleções ou discursos motivacionais capazes de neutralizar tamanha histeria disparada contra o time. Ninguém me descreveu. Eu vi no estádio, na derrota para a Caldense e na trilha de áudio do PFC e ao fundo das entrevistas pós jogo feitas pela Globo AM 910, no jogo de anteontem. A porta do vestiário carijó virou palco de um duelo sonoro entre a gritaria de torcedores e latidos de cachorros da PMMG. Um espetáculo deprimente, vergonhoso. Mais do que a exibição fria do time em campo. Condé alertou em entrevista que o time sente emocionalmente as agressões fora de campo. Maranhas, vice de futebol, tentou interferir, protestar, desde o empate de 1x1 contra o América-TO. Em vão. Com a derrota de sábado, resta ao Tupi esperar a rodada final para tentar vencer o Ipatinga e combinar resultados para ganhar uma vaga na série D. O restante do calendário pode ser preenchido com a disputa da Taça Minas. Termino com uma pergunta. Será que esse ambiente de crise e hostilidade teria algo a ver com a sucessão presidencial precocemente detonada pelo terrorismo blogueiro no último sábado? SERÁ que esses gritos de OLÉ e Hey, TUPI, vai... teriam algum mentor intelectual?



Escrito por Marco Moreira Lima às 21h57
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TUPI PERDE NO MOC-HELL E REDUZ AS CHANCES DE G4.

aborrecidoTriste

Na semana de treinamentos do Tupi, muita confiança em uma vitória contra o lanterna, Funorte, mesmo jogando no estádio adversário. Afinal, o carijó vinha de um retrospecto de boas atuações e vitorias jogando fora do Mário Helenio. Por sua vez, o formigão de Montes Claros jazia na competição com o virtual rebaixamento, sem vitória, com apenas dois pontos em nove jogos. A bola rolou no MOC-Hell, no também inacreditável estádio José Maria Mello, com 43° à sombra, problemas de comunicação, infraestrutura e o Tupi, entorpecido pelo calor, permitiu-se ser atacado, pressionado pelo time da casa. Com 22m. a zaga do Tupi esqueceu-se da resenha bem feita e bateu cabeça. Michel precipitou-se e fez um pênalti desnecessário, sendo corretamente expulso. Aí, o jogo complicou com a vantagem de 1x0 do Funorte. Condé, que começou em 3-5-2, com Michel Cury mais adiantado, reagiu bem à inesperada expulsão de seu ala esquerdo. Colocou três atacantes e partiu com tudo para o empate e a virada. Mas o Tupi enervou-se, aceitou o jogo cadenciado e a pressão mal feita dos donos da casa. O Tupi regeu-se pela instabilidade e desequilíbrio e Rodrigo teve que fazer algumas defesas importantes em contra golpes do Funorte. E o ataque carijó falhou no último passe, na perda de rebotes, na falta de pontaria e no preciosismo. Ramon perdeu um gol decisivo, cara a cara e o Tupi a chance do empate. Com o péssimo resultado, vieram o fantasma da eliminação precoce das semifinais e a dificuldade de buscar uma vaga na série D 2011. Resta ao Tupi vencer América e Ipatinga e secar o Villa Nova, adversário direto na empreitada. O show ainda não terminou. Quando acabar a 11ª rodada e, portanto, a trajetória do Tupi no Mineiro 2011, peço o mesmo de sempre. Avaliação tranqüila, cobranças e mudanças restritas ao que for necessário. Nada de fora todo mundo, morram todos, de desmantelamentos, caça às bruxas e outros episódios de futebol de várzea. A marca do Tupi, desde 2008, é o equilíbrio, a sobriedade, a estabilidade. Chega de recomeços, de incertezas, de desconstruções inúteis. Reafirmo minha posição clara contra um curioso, adepto do vamu lá, moçada!! no comando do Tupi. O momento pede um trabalho silencioso de avaliação do que funcionou, do que deu certo e pode ser mantido e de mudanças pontuais de correção do que precisa ser mudado. Querem exemplos de como é sempre melhor agir dessa maneira? Faltaram, em 2011, esforços para manter no elenco do Tupi, Gedeon e Ademilson. O meia vem fazendo quase um gol por jogo – no Villa Nova. E o artilheiro carijó de 2010, amuado, conta os dias para retornar ao Tupi e aos braços da galera. Faltaram gols e pontos ao Tupi nesta competição. Perdemos na falta de um artilheiro a chance de reassumir a hegemonia do interior, de superar times mais equilibrados e de projetar um ano de 2012 mais ousado. Que venha o recesso, sem crises, sem tristezas, mas, com muita confiança em fazer o melhor pelo Tupi. Sábado, jogo contra o América, que perdeu o clássico contra o Cruzeiro e precisa vencer em JF para manter-se no G4.

 

Video, do Globoesporte.com



Escrito por Marco Moreira Lima às 15h17
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CASSIANO, SUPERSÔNICO, TUPI, SUPERIOR. 2x0 NO RED BUGRE.

ApaixonadoBobo

Sabem aquele Tupi bem agrupado, eficiente na marcação, com seu meio campo apresentando-se para o jogo, bem posicionado e com a defesa segura, que todos viram contra o Cruzeiro? Ainda bem que esse time reapareceu no inacreditável Farião de Divinópolis e derrotou com tranqüilidade e superioridade o Guarani por 2x0. Os gols, de bola parada, o primeiro, de Michel Cury, cobrando falta da entrada da área no angulo superior do goleiro Fred e o segundo, no pênalti bem cobrado por Ramon. A tarde no Farião começou tensa, sem linha de transmissão da OI para Juiz de Fora e o risco da torcida saber do jogo apenas por boletins de informação. A equipe da Globo AM 910 criou uma transmissão via streaming, por um canal de internet e fez um vôo cego sem retorno, com som claro para toda a rede curtir a vitória do Tupi. Parabéns. E o time correspondeu em campo. Pela narração e os comentários, visualizamos um time que jogou sabendo administrar a pressão do time local em busca de resultado. Tanto que Rodrigo veio a fazer uma defesa importante aos 35m. O Tupi chegou ao Farião consciente de seu jogo e abastecido por Condé de informações sobre como neutralizar os principais jogadores do Bugre. Jogou o primeiro tempo no contra golpe, mas, sem a velocidade suficiente para levar perigo e sem um jogador posicionado para ajudar Yan nas jogadas de ataque. Foi esse o diagnóstico do treinador na saída do intervalo, fechando com a análise do comentarista presente. As chances reais de gols no primeiro tempo pertenceram ao Tupi e não foram convertidas pela falha no último passe antes de finalizar. Condé voltou sem mexidas e o Bugre reiniciou o jogo com uma pressão inútil. José Ângelo tentou mudar seu time sem uma resposta positiva. Sua referencia, Luiz Fernando, perdeu-se na tarde infeliz do time rubro. Condé, com 20m do segundo tempo, felizmente, resolveu arriscar uma vitória e mexeu com pleno acerto. Fez entrar Cassiano e Ramon, abrindo o falso 3-6-1. O Tupi decolou para o 2x0 em velocidade supersônica.  A todo o momento Cassiano puxava um contra ataque mortal com apoio dos laterais e o Tupi impôs-se ao Guarani, como sempre pedimos e acreditamos em nossos textos. O 2x0 desencadeou uma linda festa na geral do Farião, com a Tribo Carijó puxando os cantos de vitória e reconciliação da galera com seu time. Mais uma vitória épica, fora de casa, que espero, seja capaz de devolver a confiança ao time nos três jogos restantes contra Funorte, América e Ipatinga. Continuo a lamentar os empates em casa que nos tiraram pontos decisivos. Prevejo que o 0x0 com o Cruzeiro e o ponto ganho na quarta de cinzas fará a diferença quando o restante da 10ª rodada for cumprida. Ontem, arbitragem confusa, lances duvidosos de faltas, pênaltis e impedimentos, todos favoráveis ao Tupi, que influíram no resultado. Viram como seria precipitada e inconveniente uma troca de comando no meio da competição? Condé respirou fundo, absorveu críticas e trabalhou em busca do equilíbrio e da imposição de seu time. Na hora da decisão esse equilíbrio conhecido e alcançado será fundamental. Não podemos perdê-lo de vista e contamos com esse convidado especial na reta final da primeira fase, no rumo da série D e das semifinais.



Escrito por Marco Moreira Lima às 16h40
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TUPI ATRAVESSA O SAMBA E TOMA VIRADA

IraInsatisfeito

Sabem aquele Tupi bem agrupado, eficiente na marcação, com seu meio campo apresentando-se para o jogo, bem posicionado e com a defesa segura, que todos viram contra o Cruzeiro? Esqueçam. No jogo de ontem, a Caldense conseguiu com méritos, uma virada em pleno Mário Helênio. Teve campo, oportunidades, soube marcar corretamente o adversário e encaixar sucessivos contra ataques nas costas dos laterais carijós e empatar e vencer. Como já disse no Twitter, jogando em casa e precisando vencer um adversário instável, em busca de reabilitação, requeria da parte de Condé uma proposta tática mais adequada, mais ousada. O falso 3-6-1, bem sucedido contra Uberaba e Cruzeiro, revelou-se inofensivo em termos de imposição e força de ataque. Voltaram defeitos que julgávamos superados em definitivo. Não houve apatia, nem faltou disposição, vontade de vencer. O Tupi voltou a falhar na articulação e a errar da intermediária adversária para frente, no último passe. Yan ficou isolado, quando poderia ter a companhia de mais um ou dois atacantes capazes de pressionar a Caldense e prende-la em seu campo. O carijó começou bem, com 15m já vencia de 1x0, gol de Yan aproveitando uma boa segunda bola. Com 17m um pênalti bem assinalado poderia, se convertido, consolidar a vitória do Tupi. Michel Cury, alertado na preleção de que deveria bater colocado, rasteiro, no canto de Glaysson, tentou o ângulo superior e permitiu a encaixada do goleiro alviverde. O Tupi tentou pressionar, na busca do desempate, em vão. Condé não mexeu no intervalo, e, com o segundo tempo, veio o duelo das modificações, bom para a virada da Veterana e inútil para a tentativa do Tupi impor-se e vencer. Com 36m. o gol ofertado, dado de bandeja aconteceu e também o jogo de catimba, para conter uma reação carijó. Com o empate do Atlético de 2x2 em Ipatinga, o Tupi deixou de arriscar um 3º lugar e folga no G4. Nas rodadas subseqüentes, dois desafios. Primeiro, o Guarani, no inacreditável Farião de Divinópolis e depois, o Funorte, em Montes Claros. Fora de campo, gritaria e imprecações contra Leonardo Condé e vaias sistemáticas dirigidas a jogadores. E o limite do absurdo e do inaceitável – Gritos de OLÉ, como trilha sonora para trocas de passes da Caldense. Reafirmo minha opinião, também manifestada no Twitter, de que prefiro a permanência de Condé, com sua disposição de identificar falhas e trabalhar silenciosamente para corrigi-las, do que sua troca por um curioso, adepto do vamu lá, moçada!!! - risco desnecessário de repetirmos experiências como Amaral e Jordan.  A semana será de treinamentos e muito trabalho para resgatar aquele Tupi do Uberabão e da 4ª feira de cinzas que encantou muita gente.



Escrito por Marco Moreira Lima às 15h02
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G.R.E.S. UNIDOS DA IMP..OPS, DETERMINAÇÃO, OU, TUPI DO ZIRIGUIDUM, DO BALACOBACO.

ApaixonadoRindo a toa

A Globo Minas fez prevalecer seu direito contratual e mesmo em desacordo com Tupi e Cruzeiro, aconteceu na quarta de cinzas o jogo antecipado da 10ª rodada. O 0x0 teve sabor de vitória para o Tupi, levando-o ao G4, com 9 pontos. Esse resultado estupendo para os objetivos do Galo na competição é conseqüência natural do trabalho de recuperação comandado por Leonardo Condé diante do inicio instável do time. A goleada de Uberaba deu motivação para a semana de treinos em meio ao Carnaval e o treinador procurou aprimorar o seu bem sucedido 3-6-1, aparentemente defensivo, mas, muito eficiente na marcação e no contra ataque com posse de bola. Sem Fabiano, Michel retornou a ala esquerda e Claudinho Baiano fechou o meio. Uma estratégia acertada para conter o talento de Montillo e as descidas de Walysson e Thiago Ribeiro pelos lados. Cuca escalou mal, sacou Diego Renan, improvisou Everton e Marquinhos Paraná no setor esquerdo, dando ao Tupi o lado direito para os avanços de Felipe Cordeiro e de Marcel, vindo de trás. Salvo alguns escorregões, a zaga mostrou segurança diante da velocidade do ataque celeste. Fabrício Soares predominou, reeditando atuações passadas. Enquanto Montillo esteve em campo, Assis o acompanhou, dificultando suas arrancadas. Mas o meia argentino conseguiu acertar o travessão carijó e perder um pênalti corretamente assinalado pelo árbitro. O nome do jogo foi o goleiro Rodrigo, com defesas importantes que garantiram a igualdade no primeiro tempo. Cuca demorou a fazer sua tradicional mexida de três e quatro atacantes e o time sentiu o peso dos desfalques e das improvisações. O Tupi, bem agrupado, posicionado e com muita aplicação, segurou o empate e ousou alguns lances de perigo. Faltou encaixar um bom contra ataque ou uma bola parada para arriscar uma vitória. Marcel, que completou 50 jogos com a camisa carijó, ainda no primeiro tempo, apresentou-se livre na pequena área e Fábio espalmou o gol que seria merecido. O tão esperado equilíbrio tático apareceu no time de Condé. Falta aprimorar um pouquinho o último passe nas conclusões e reter melhor a bola. Já somos o terceiro melhor ataque com 11 gols, superando as dificuldades e críticas iniciais. Por falar em gols perdidos, se não fossem tantos, contra Villa Nova e America-TO, poderíamos estar celebrando até mesmo uma liderança. Condé resumiu em uma palavra chave a atuação do time e o 0x0 – Determinação. Domingo, 4 da tarde, só a vitória interessa no jogo fundamental contra a Caldense, para garantir dois objetivos matematicamente importantes. A permanência no G4, com chances reais de vaga na semifinal e na elite do futebol mineiro em 2012, ano do centenário. A manhã de quinta foi de repercussão positiva para todos no Tupi, diante do bom resultado. Que o 0x0 de ontem seja capaz de gerar mais confiança e otimismo vindos das arquibancadas. Ainda é tempo de a galera abraçar seu time e empurrá-lo, rumo às semifinais.

 

 

Video, do site Globoesporte.com/Sportv

 



Escrito por Marco Moreira Lima às 20h15
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UM 4x2 COM IMPOSIÇÃO, PARA CALAR OS BOBALHÕES.

ApaixonadoRindo a toa

O que poderíamos chamar de volta por cima impecável aconteceu em relação ao time do Tupi, seus dirigentes e seu treinador. A goleada de 4x2 aplicada no Uberaba, no estádio deles, foi a resposta dada em campo a tudo que aconteceu na semana de preparação para o jogo no triangulo. Vimos criticas respeitosas e pertinentes ao rendimento do time, a dificuldade dos atacantes em fazer gols e a insegurança da defesa. Mas, aconteceram, também, excessos e uma muito mal sucedida operação virtual para desestabilizar o trabalho do futebol do Tupi, demitir Condé e dispensar jogadores. Como já disse, o Orkut e outros fóruns de discussão ferveram em criticas fora do tom. Condé, acertadamente, calou-se e resolveu arregaçar as mangas e trabalhar pela reação cobrada. O vice, Dr. Maranhas, executou o roteiro de cobranças internas e correções de rumo, junto com o presidente. A presença de ambos no Uberabão sinalizou respaldo ao treinador e seu grupo. A semana foi de treinamentos específicos para melhorar o aproveitamento das finalizações e buscar a formação ideal para o jogo decisivo contra o Zebu. Condé propôs surpreender Marcos Birigui e o time colorado treinando alternativas táticas. Até um coletivo secreto para testar um falso 3-6-1, longe da imprensa esportiva, fez parte do script. Paulo Roberto, muito contestado pela torcida, foi escalado na zaga, com importante função tática. O esquema, aparentemente defensivo, liberava os laterais e meias para avançarem quando o time conseguia reter posse de bola. Nos contra ataques, o Tupi apresentava de três a cinco jogadores na área adversária. E Paulo Roberto, jogador surpresa, apareceu duas vezes livre para marcar, de rebote e de cabeça. A segunda bola e a bola parada foram fatores decisivos na goleada. Em posts anteriores, com ajuda de vídeos, critiquei a deficiência da equipe naqueles fundamentos, e, no Uberabão, o rendimento teve clara evolução. O VT confirma. O Tupi, ao golear fora de casa um adversário direto na busca do G4, finalmente, escolheu o caminho da imposição, do equilíbrio, da estabilidade emocional, da motivação, da vontade. Bem cobrado e com a estratégia adequada, o time correspondeu, goleou e colocou-se na briga por objetivos importantes no campeonato. Desde os amistosos e na adversidade do ataque inoperante e da defesa insegura, fiz questão de acreditar na reação. Mas, temi que tudo desmoronasse e a era Condé chegasse ao fim com uma derrota, anteontem. O treinador está mantido e a continuidade de seu planejamento está assegurada. Quando o Carnaval passar, teremos outro desafio diante do Cruzeiro, muito motivado pela campanha na Libertadores e querendo o troco da derrota de 3x2, em 2010. Nada como vencer, responder e convencer. Fracasso total dos que “demitiram” Condé pelo Orkut e em certa coluna da imprensa uberabense. Segundo o relato da Globo AM 910, o segundo tempo do Tupi foi superior, estupendo. O domingo, 27 de fevereiro de 2011 está salvo na história do carijó com essa goleada épica, digna de festejos e recordações no futuro.

 

Video da TV Universitária de Uberaba e reproduzido no canal do Camisa 12 no YouTube.



Escrito por Marco Moreira Lima às 16h39
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WALYSSON E BOLATTI, DESTAQUES BRAZUCAS NA RODADA.

LegalLíngua de fora

O Cruzeiro venceu o campeão paraguaio, Guarani, por 4x0 confirmou sua folgada liderança no grupo 7 da Libertadores, com seis pontos e 100% de aproveitamento. E em foi preciso o jogo avassalador da estréia. O time de Cuca jogou o suficiente para se impor e vencer. Wallysson fez dois gols, um em cada tempo. Com a vantagem e a chuva a Raposa administrou o resultado diminuindo o ritmo e sofrendo uns poucos contra ataques com perigo. Perto do fim, Farias e Thiago Ribeiro aumentaram o marcador. Apesar da goleada, o treinador celeste mostrou insatisfação com o rendimento do time, cobrando mais velocidade no ataque e cobertura da defesa. Os próximos jogos serão em Teófilo Otoni, contra o América e na Colômbia, contra o Deportes Tolima.

 

Outro 4x0 de time brasileiro foi o do Internacional sobre o Jaguares. O inicio colorado foi de insegurança e riscos, com vaias da torcida ao time e a Celso Roth. O volante argentino Mario Bolatti fez dois gols, mas a equipe continuou instável e o Jaguares passou a dominar, oferecer perigo, sem, entretanto conseguir marcar. Leandro Damião e Oscar deram números finais ao marcador, aliviando a pressão da galera, insatisfeita com a derrota para o Cruzeiro, no Gauchão. O Inter é líder do grupo 6 com quatro pontos.

 

No Engenhão, novo tropeço do campeão brasileiro. O Fluminense empatou de 0x0 com o Nacional-URU. O resultado foi natural, graças aos desfalques, ao cauteloso 3-6-1 sem graça e inspiração, com chuveirinhos e ligação direta entre os volantes e o isolamento de Rafael Moura. Bastou os uruguaios marcarem Conca para o Flu derreter em campo. Muricy tentou desfazer sua maçaroca tática com Tartá e Araújo. Colheu vaias, decepção e risco de eliminação prematura no seu grupo. E ainda terá contra si o carnaval nas alturas mexicanas diante do América, adversário cascudo. Daqui a pouco, o Grêmio entra em campo na Colômbia, contra o Junior de Barranquilla e na semana que vem o Santos encerra a rodada brazuca na Libertadores, recebendo o Cerro Portenho na Vila Belmiro.

Bolatti, artilheiro colorado na CLA.

 

Video e imagem, do site Globoesporte.com

 



Escrito por Marco Moreira Lima às 20h07
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UM YOUTUBE ESCLARECEDOR DE TUPI 1x1 AME-TO



Escrito por Marco Moreira Lima às 17h54
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TUPI - APATIA OU....???

IraMal humorado

O que acontece com o Tupi de 2011 no campeonato mineiro? Procede o diagnóstico de apatia, falta de vontade, feito pelo vice, Dr. Maranhas, no pós jogo do 1x1 contra o América-TO? Como de praxe, ouvi narrações, análises, declarações e opiniões realistas e sóbrias de quem foi ao MH. Ainda vi e revi, em tela cheia, o excelente YouTube produzido por amigos de Teófilo Otoni. Os mais de 8m de compacto mostram com incontestável clareza as virtudes e defeitos do time carijó. O time realmente está tenso. As tramas de ataque, pelos lados e dentro da área carecem de objetividade. O time erra nas conclusões e são visíveis os erros de posicionamento e a falta de eficiência nos rebotes. É difícil o time aproveitar uma segunda bola. Se treinamentos são feitos no campo de jogo, com o time perfeitamente adaptado ao gramado, ao horário de sol e calor, porque não usar isso como vantagem comparativa? O Tupi até fez um bom primeiro tempo, estava bem posicionado, usando os lados, criou oportunidades, estava tranqüilo na defesa e começou a perder gols em seqüência e a chance de definir a vitória. Fez um gol de bola parada, com 11m, sem pressão de quebrar o 0x0. E começou a forçar Eládio, ex goleiro carijó, em chutes de longa distancia. E veio o intervalo. Condé  não mexeu em nada, limitando-se a pedir mais posse de bola. O treinador americano vendo o fracasso do ataque juiz forano, resolveu arriscar melhor sorte. Ainda no primeiro tempo, sacaria um volante, fazendo entrar um atacante. Voltou para o segundo tempo trocando o 3-5-2 e um zagueiro por Rogélio, atacante. Ai, desencadeou-se a aceitação do jogo americano pelo Tupi. O time foi imprensado em seu campo, tomou contra ataques com erros bizarros de posicionamento, tomou 2x1 pelas laterais e 4x3 dentro da área, sem contar a insegurança no jogo aéreo do goleiro e da zaga carijó. E tome gols perdidos pelo Tupi. Nem a façanha de encobrir Eládio, conseguiram. O gol de empate estava maduro de acontecer, foi esperado, ofertado pelo time carijó. Eram 34m e Rogelio disputou uma bola alta dentro da área com dois zagueiros e o goleiro do Tupi. Tocou de cabeça para o gol vazio. E foram 8m em busca do desempate, da vitória. Do Tupi? Que nada. Depoimentos comedidos de quem esteve lá viram o treinador pedir recuo e garantia de empate para o time não tomar uma virada em casa. E bem que os rubros do Mucuri fizeram por merecê-la. O Tupi pagou por não impor-se ao adversário. A vitória daria, observados os resultados da rodada, a entrada no G4 e tranqüilidade para o jogo no Uberabão e para enfrentar o Cruzeiro na 4ª feira de cinzas. Reitero o que disse no twitter, ainda no sábado. Duvido da eficiência de trazer um palestrante motivacional psico fisiológico, de fora do grupo de trabalho. Seria válido, se agendado com antecedência, incluído no planejamento da comissão técnica. Em vez de motivar, produziu apatia, resultado entregue, falta de imposição. Tenho certeza, que, aqueles que mais venceram no Tupi, e eu não me canso de descrevê-los por aqui, não permitiriam um desvio de foco, uma presepada dessas. O Orkut do Tupi arde numa vistosa fogueira de imprecações, ofensas morais e agressões verbais ensandecidas. Maranhas, como é de seu feitio, foi sóbrio no momento adverso da coletiva no pós jogo e fez muito bem de repelir ofensas além da conta de torcedores identificados. Antecipou cobranças internas e de reação da equipe e afirmou que acontecerão dispensas e virão reforços. Não vejo nada de deprimente nem patético na postura do vice, como querem alguns amigos internautas. Maranhas bancou a permanência de Condé, mas tenho dúvidas se ele resiste a uma derrota no Uberabão. Guardarei até lá algumas afirmações e perguntas impróprias para a ocasião.


 



Escrito por Marco Moreira Lima às 17h46
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HEY, VERÓN, ........

Rindo a toaTonto

 

Nem o mais otimista dos torcedores celestes, ou, nem o mais explícito sentimento revanchista poderia prever uma estréia tão exuberante, uma superioridade tão flagrante de um time sobre seu adversário. O Cruzeiro vinha de derrota no clássico e tinha presente na memória o desastre da virada de 2009 e a perda do tri para o mesmo adversário. Cuca conteve sua melancolia, sua fisionomia de chororô, sacou Diego Renan, entrou com Gilberto em seu lugar, juntou Montillo e Roger, sacou Thiago Ribeiro, fez entrar o talismã Wallysson e transformou a equipe. A atitude, a busca pela vitória, pelo jogo ofensivo foi outra e resultou em jogo diverso do esperado. Com 50s Wallysson fez 1x0, com a bola desviando em um zagueiro e encobrindo o goleiro Orion. O Estudiantes não soube se posicionar corretamente no reduzido campo de Sete Lagoas e concedeu espaços para o jogo veloz e estiloso da dupla Montillo e Roger. Eles fizeram um espetáculo de passes e lançamentos pelo lado direito, em cima do lateral Re e com 18m Roger chutou colocado, no canto fazendo 2x0 para delírio da torcida presente na Arena do Jacaré. Aos 39m nova trama da dupla e gol de Montillo. Do intervalo em diante, jogo tranqüilo, cadenciado e contra ataques esporádicos. Aos 14, Montillo acertou um sem pulo, de primeira e fez 4x0. Walysson encerraria o placar e o massacre de 5x0 aos 37m. E ficou a sensação de caber mais no irreconhecível time argentino que chegou ao estádio tropeçando na arrogância e no já ganhou, conforme ouvi no Bastidores da Itatiaia. Nem sombra daquele impositivo e campeonissimo Sebastian Verón. Muita festa e comemoração no campo e nas cadeiras pela arrancada em busca do tri. Quarta que vem. a segunda batalha, em casa, diante do campeão paraguaio, Guarani. O Cruzeiro lidera o grupo 7 com saldo de 5 gols. Outro aspirante brasileiro ao tri da Libertadores foi a Quito, jogou muito bem, perdeu uma tonelada de gols, fez 1x0 com Bolatti e no finalzinho, pecado de futebol, Guiñazu e Lauro entregaram uma paçoca, em cobrança de falta desnecessária e o Emelec achou o 1x1 salvador para eles e castigo para o Colorado. Mais um empate brasileiro injusto, além do 0x0 santista na Venezuela. Dificilmente o Brasil escapa de seu 15º titulo continental.


Video, Globoesporte.com



Escrito por Marco Moreira Lima às 14h06
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ADEUS ÁS REDES.

ChorãoApaixonado

Um tributo do uolblog e twitter @ ao @, pelos gols,recordes e a conquista do penta 2002.

 

Imagem e video, do site Globoesporte.com e do programa SportvNews.



Escrito por Marco Moreira Lima às 20h40
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